30 de ago de 2016

William no clássico (vídeos)

Cada vez mais importante em todos os momentos do jogo. Cada vez mais competente em todas as ações. Sem bola, a perceber sempre onde e quando ajustar. A perceber as movimentações dos colegas e a tomar decisões de acordo com elas. Mais rápido a reagir. Com bola, extremamente importante na maneira como quebra as linhas adversárias através do passe. Fundamental na circulação de bola, na qualidade com que retira a bola da pressão adversária, na capacidade com que a protege e permite pautar o ritmo do jogo. 




A capacidade que tem em quebrar a linha adversária através do passe vertical. A utilização dos apoios frontais no modelo de JJ passa muito pela capacidade do 6 em colocar a bola entre linhas e William executa-o bem. 


Em passe ou condução. Foi William que "mandou" no processo ofensivo do Sporting no clássico. Importante na circulação, importante a retirar a bola da zona com mais adversários.


Temporiza o processo ofensivo, marca o ritmo do jogo. Com espaço conduziu, sem espaço protegeu. Fundamental na manutenção da posse de bola.

18 de ago de 2016

A melhor face deste novo Porto: Otávio

Grande inicio de época de Otávio, a confirmar tudo o que prometeu durante a sua passagem por Guimarães. Muita qualidade técnica e criatividade. Apesar dos erros normais que ainda apresenta, mostra claramente ter um potencial tremendo. Percebe o que o jogo pede a cada momento. Facilidade em enquadrar e conduzir quando há espaço para tal. Qualidade no último passe após percepcionar o movimento do colega. Drible em espaços reduzidos. Otávio tem tudo para ser um dos melhores da época 16/17. 

Movimentar-se para onde pode ser linha de passe. Qualidade no drible, muita qualidade e facilidade com que bate a contenção
Se há condições para tal, enquadra e conduz. Fixa e solta. 
Percebe para onde tem que se movimentar para oferecer a melhor linha de passe possível ao seu colega. Se não há condições para receber na frente, recua e oferece ao seu colega uma linha de passe que permite manter a posse de bola e continuar o processo ofensivo.
A qualidade de passe. Muita muita qualidade no último passe. Será certamente um dos jogadores com mais assistências para golo. Muito bem a executar e a pensar. Muito bem a perceber a movimentação dos colegas. Excelente também a maneira como André Silva atraia o defesa para zonas interiores para depois pedir na profundidade. 



17 de ago de 2016

Porto vs Roma: da escolha dos jogadores aos comportamentos coletivos

É-me de difícil compreensão como é que um treinador, num jogo tão importante decide jogar com um meio campo composto por Danilo e André André. Dois jogadores sem um mínimo de qualidade, sem um mínimo de inteligência. Danilo consegue tirar a paciência a um santo pela lentidão com que pensa e executa. André André, um médio que faz tudo em esforço e não tem um pingo de criatividade. Com Rúben Neves e João Carlos Teixeira no banco de suplentes não há desculpa para apresentar um meio campo destes. 
Repare-se na decisão de André André (e não não é um lance isolado. Como é óbvio, André André não decide mal 100% dos lances mas o lance em questão representa um padrão, e representa a falta de criatividade/inteligência do médio portista). Com um colega a atacar as zonas de finalização e com muito espaço para poder finalizar, André André decide-se pelo remate.  
Danilo, o médio defensivo que certos blogs achavam que devia ter sido titular o europeu todo. Uma banalidade de jogador, tanto em termos defensivos como em termos ofensivos. Lento a fazer tudo. 
Coletivamente, e mesmo tendo em conta a fase prematura da época, o Porto apresenta muitas debilidades. Para um treinador que não tem qualquer problema em abdicar de ter a posse de bola, apresentar uma equipa com este espaço entre linhas não é nada bom sinal. 


© Domínio Táctico 2012 | Blogger Template by Enny Law - Ngetik Dot Com - Nulis